O Aterro em Iranduba e a Ameaça ao Coração das Águas:
Por que o ISTG diz NÃO?
A pacata Iranduba, conhecida por sua vocação agrícola, turística e sua conexão vital com os rios Negro e Solimões, vive hoje um dos capítulos mais críticos de sua história socioambiental. No centro da disputa, a tentativa de instalação de um aterro sanitário de grande porte na rodovia AM-070, um projeto que carrega consigo sombras de irregularidades jurídicas e riscos irreversíveis ao nosso ecossistema.
O Instituto Social Terra & Gente (ISTG) tem acompanhado de perto essa luta e, neste post, detalhamos os dados que mostram por que este empreendimento é uma ameaça direta ao nosso futuro.
- Impacto na Produção: Iranduba é um polo de piscicultura e hortifrutigranjeiros. A contaminação das águas subterrâneas inviabilizaria a produção de centenas de famílias que dependem de poços artesianos para irrigação e criação de peixes.
- Multas e Embargos: A Norte Ambiental, empresa responsável, já enfrenta multas diárias que chegam a R$ 50 mil por descumprimento de ordens judiciais. Isso demonstra que a insistência no projeto ignora não apenas a vontade popular, mas a própria soberania da justiça ambiental.
- Unidades de Triagem e Compostagem: Valorizando o trabalho de catadores e reduzindo o volume de rejeitos.
- Bioeconomia: Transformando resíduos em recursos, alinhado ao que acreditamos para o futuro da Amazônia.
- Sua voz importa: Assine o abaixo-assinado virtual e ajude-nos a mostrar às autoridades que Iranduba não aceitará esse retrocesso: Assine Aqui:
- Conheça nossa causa: O ISTG trabalha diariamente para que projetos como este não destruam nossas comunidades. Saiba mais sobre nossas frentes de atuação em: institutoterraegente.com.br.
Equipe de Comunicação:
Instituto Social Terra & Gente.

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